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TV Globo

Linha Direta: 36 pessoas são presas após exibição de crimes no programa

Programa teria ajudado a solucionar três casos após exibição dos crimes e informações dos acusados
Agência Estado

Publicado em 

07 jul 2023 às 08:40

Publicado em 07 de Julho de 2023 às 08:40

O apresentador do
O apresentador do "Linha Direta", versão 2023, Pedro Bial Crédito: Fábio Rocha/Divulgação
Após a volta do programa Linha Direta à grade da TV Globo, em 4 de maio, ao menos 36 prisões de pessoas acusadas de crimes retratados no TV foram realizadas, segundo a emissora. O décimo e último episódio da atual temporada do Linha Direta será exibido nesta quinta-feira, 6.
Conforme a TV Globo, o programa ajudou na solução de três casos, sendo que em um deles (o Golpe dos Nudes) ocorreram 34 prisões.
A primeira prisão ocorrida após a exibição no Linha Direta foi de John Lennon Menezes Maia, acusado de participar da morte da menina Lorena Ferreira Rodrigues, de 2 anos, em março de 2022, em Manaus. O caso foi retratado em 18 de maio e ele foi preso no dia 31, na mesma cidade, após denúncia feita por meio do telefone 181 por pessoas que assistiram ao programa e reconheceram Maia. Ele trabalhava como lavador de carros na rua Atagamita, no bairro Aleixo, em Manaus. Ao receber voz de prisão, tentou fugir e foi atingido com um tiro em um dos pés.
O programa sobre o Golpe dos Nudes, exibido em 25 de maio, rendeu consequências em dois momentos distintos. Quatro dias depois, em 29 de maio, 33 acusados de integrar a quadrilha foram presos em 11 cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.
Depois, em 15 de junho, foi presa em Porto Alegre uma das líderes da quadrilha, a até então foragida Giliane Lindsai da Silva Abreu. Todas as prisões ocorreram após denúncias decorrentes de identificação por meio do programa.
O terceiro caso que gerou prisões após exibição pelo Linha Direta foi do assassinato da transexual Renata Ferraz, de 16 anos, no município paraibano de Patos, em abril de 2022. O programa foi exibido em 1 de junho e em 4 de julho foi preso o executor do crime, Giovani de Lima Galdino Silva, foragido desde o ano passado. Ele estava morando em Novo Hamburgo-RS.

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