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Governo Bolsonaro

Mãe de Ciro Nogueira assume vaga no Senado se senador virar ministro

Eliane Nogueira também é filiada ao PP, do Centrão, mas não tem experiência em cargos públicos. Ciro pode assumir a Casa Civil de Bolsonaro

Publicado em 21 de Julho de 2021 às 15:11

Agência FolhaPress

Publicado em 

21 jul 2021 às 15:11
Senador Ciro Nogueira
Senador Ciro Nogueira é um dos líderes do Centrão Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Caso seja confirmada a indicação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para assumir a Casa Civil do governo Bolsonaro sua vaga no Senado ainda vai permanecer com a sua família.
Isso porque a primeira suplente do senador é a sua mãe, Eliane e Silva Nogueira Lima. Chamada politicamente de Eliane Nogueira, ela também é filiada ao PP, mas não tem experiência em cargos públicos.
O segundo suplente do senador é Gil Marques de Medeiros, conhecido como Gil Paraibano. O político foi eleito nas últimas eleições e assumiu como prefeito de Picos, no Piauí.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (21) que fará uma reforma ministerial. O desenho que estava definido até a manhã desta quarta-feira envolve trocas em três pastas: Ciro Nogueira (PI) vai para a Casa Civil no lugar do general Luiz Eduardo Ramos, que passa para a Secretaria-Geral, ocupada por Onyx Lorenzoni (DEM).
Já Onyx, pelos planos atuais, ocupará o Ministério do Trabalho e Emprego, que será recriado com a divisão do Ministério da Economia, de Paulo Guedes. A expectativa é a de que as mudanças se concretizem até sexta (23), com a publicação da medida provisória que recriará o Ministério do Trabalho.
Ciro Nogueira é o atual presidente nacional do PP e um dos principais líderes do Centrão, bloco de sustentação do governo Jair Bolsonaro. O político foi reeleito para o Senado em 2018, portanto tem mandato até o início de 2027.
Quando decidiu indicar sua mãe como primeira suplente, nas eleições de 2018, a movimentação foi vista por adversários políticos locais como um indicativo de que se preparava para disputar o governo do estado do Piauí em 2022, mantendo o controle sobre sua vaga no Senado.
A Folha de S.Paulo questionou o senador e seu gabinete sobre os motivos que o levaram a indicar sua mãe como sua primeira suplente em sua chapa, mas não obteve retorno até a publicação dessa reportagem.

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