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Dados contestados

Ministro diz que 'recomendou' à Defesa parar de comprar bebidas alcoólicas

Em audiência pública realizada pela Câmara, Braga Netto afirmou que celebrações entre os militares continuam a acontecer, mas, agora, com eventuais bebidas adquiridas por cada um

Publicado em 12 de Maio de 2021 às 19:00

Agência Estado

Publicado em 

12 mai 2021 às 19:00
O ministro da Casa Civil, Braga Netto, e o presidente Jair Bolsonaro durante pronunciamento sobre pressão dos combustí­veis e a polí­tica de reajustes adotada pela Petrobras.
O ministro da Defesa, Braga Netto Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Nada de cerveja ou uísque. O ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, disse nesta quarta-feira que fez uma "recomendação" às Forças Armadas para que deixem de usar dinheiro público na compra de bebidas alcoólicas.
Em audiência pública realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, Braga Netto afirmou que celebrações entre os militares continuam a acontecer, mas, agora, com eventuais bebidas adquiridas por cada um.
"Em relação à bebida e ao que foi dito, nós já fizemos uma recomendação para que isso seja evitado. Já foi evitado isso aí", disse o ministro. "Não vou comentar situações que ocorreram no passado. Agora, tem confraternizações. O pessoal vai para uma atividade estressante. Quando eles voltavam, era feita uma confraternização. Isso é feito hoje em dia, mas é feito com a contribuição de cada um", afirmou.
O ministro se referiu às bebidas em resposta a questionamentos dos deputados Elias Vaz (PSB-GO) e Kim Kataguiri (DEM-SP).
A denúncia sobre a compra de 80 mil cervejas, além de conhaque e uísque 12 anos para as Forças Armadas, foi feita por Vaz e mais nove parlamentares do PSB, em representação encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR).
Os casos também foram apresentados ao Ministério Público Federal e ao Tribunal de Contas da União. O MPF distribuiu a representação aos Estados e já foram instaurados mais de 20 processos de investigação. O TCU recomendou a fiscalização das compras.

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