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Tragédia de Mariana

Ministro eleva o tom contra Samarco e diz que 'paciência acabou'

Em reunião fora da agenda, Alexandre Silveira cobrou empresa pela reparação ao rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG)
Agência FolhaPress

Publicado em 

01 jun 2023 às 10:41

Publicado em 01 de Junho de 2023 às 10:41

BRASÍLIA, DF - O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, elevou o tom em reunião com o presidente da Samarco, Rodrigo Vilella. O encontro aconteceu na última quinta-feira (25) e não constou da agenda oficial.
Segundo relatos, Silveira afirmou entender que a Samarco é a responsável objetiva pelos danos causados pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG). A empresa é uma joint venture entre a BHP Billiton e a Vale.
Ele criticou a falta de transparência das ações de reparação levadas a cabo pela Fundação Renova, criada para executar esse trabalho, e cobrou a prestação de contas dos R$ 25 bilhões que já teriam sido aplicados na reconstrução das áreas atingidas.
Área afetada pelo rompimento de barragem no distrito de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana, em Minas Gerais
Área afetada pelo rompimento de barragem no distrito de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana, em Minas Gerais Crédito: Antonio Cruz/ Agência Brasil
Em dado momento, o ministro disse que "a paciência acabou", e pediu mais proatividade para avançar nas negociações do acordo em discussão sob a coordenação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Silveira argumentou que a inércia da Samarco, definida por ele como irresponsabilidade, pode comprometer ainda mais todo o setor nacional.
O acordo de Mariana, considerado o maior da história, enfrenta entraves para ser concluído, apesar da pressão das vítimas e dos entes federados que devem ser indenizados. Até o final de 2022, as partes já haviam realizado mais de 260 encontros, sem chegar a consenso sobre ações de reparação, valores a serem ressarcidos e prazos para os pagamentos.
Procurada, a Samarco disse que não iria se pronunciar.

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