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Belo Horizonte

Morre adolescente baleada em ataque a comemoração da vitória de Lula

Luana Rafaela Oliveira Barcelos tinha 12 anos e foi baleada no domingo (30) após a divulgação do resultado das eleições presidenciais. Suspeito de ser autor do ataque está preso desde segunda (31)
Agência FolhaPress

Publicado em 

04 nov 2022 às 13:17

Publicado em 04 de Novembro de 2022 às 13:17

Morreu nesta quinta-feira (3) uma adolescente de 12 anos que foi baleada em Belo Horizonte horas após a divulgação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais, no domingo (30). Luana Rafaela Oliveira Barcelos será enterrada nesta sexta (4), no bairro Vila Imperial, na capital mineira.
Luana Rafaela Oliveira Barcelos foi baleada no domingo (30) após a divulgação do resultado das eleições presidenciais
Luana Rafaela Oliveira Barcelos foi baleada no domingo (30) após a divulgação do resultado das eleições presidenciais Crédito: Arquivo pessoal | Montagem A Gazeta
A menina estava internada no Hospital João 23. A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a morte.
No domingo, Luana estava com um grupo de pessoas que comemorava a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no bairro Nova Cintra, região oeste da cidade. Ao todo, quatro pessoas foram baleadas. Pedro Henrique Dias Soares, 28, chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. A missa de sétimo dia do rapaz está marcada para esta sexta.
O suspeito de ser o autor do ataque é Ruan Nilton da Luz. Ele está preso desde segunda (31).
Em depoimento à polícia, ele disse que passou o dia da eleição bebendo e, em dado momento, ficou desorientado, pegou armas e saiu caminhando pelo bairro, disparando contra pessoas que comemoravam a vitória do petista.
A defesa de Ruan da Luz, no entanto, alegou que ele estava em surto psicótico e que o crime não tem cunho político.
Em nota, a Polícia Civil informou que a motivação do crime está sendo apurada e que nenhuma linha de investigação foi descartada.
Na casa do suspeito, a polícia apreendeu uma pistola calibre 9 mm e outra calibre 380, além de cartuchos de munição e uma faca.
Ele contou à polícia ter registro de CAC (caçador, atirador e colecionador). O porte de armas para esse grupo, no entanto, estava proibido por norma do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no dia da votação, assim como na véspera e nas 24 horas seguintes à eleição.
A Polícia Civil informou que, com a morte da adolescente, o suspeito passa a ser investigado por duplo homicídio consumado e tentativa de homicídio. Os tiros também atingiram duas mulheres, de 40 e 47 anos, que foram encaminhadas para a UPA Oeste. Não há informações sobre o estado de saúde delas.

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