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Megaoperação no Rio

Mortes na Operação Contenção chegam a 119, afirma governo do RJ

A operação tinha como objetivo prender membros do Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte da cidade; a ação e a resposta do CV deixou diversas regiões do Rio com um cenário de guerra

Publicado em 29 de Outubro de 2025 às 13:50

Agência FolhaPress

Publicado em 

29 out 2025 às 13:50
Violência no Rio de Janeiro em combate contra o Comando Vermelho. Megaoperação no Rio
Violência no Rio de Janeiro em combate contra o Comando Vermelho. Megaoperação no Rio Crédito: Folhapress/Reuters
O total de mortos na Operação Contenção, no Rio de Janeiro, chega a 119, divulgou o governo Cláudio Castro (PL), na tarde desta quarta-feira (29), um dia após a ação mais letal da história do estado. A operação tinha como objetivo prender membros do Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte da cidade e somava até essa terça (28) 64 mortes, sendo quatro policiais. A ação e a resposta do Comando Vermelho -que usou armamento pesado e ordenou o fechamento de vias- deixou diversas regiões da segunda maior cidade do país com um cenário de guerra, com caos nas ruas, tiroteios e veículos queimados.
Suspeitos de integrarem o Comando Vermelho chegaram a usar drones para lançar bombas contra as equipes policiais e a população da Penha, para atrasar o avanço das forças de segurança durante a manhã desta terça. A megaoperação policial tinha como objetivo cumprir 69 mandados de prisão de membros do Comando Vermelho em 180 endereços. O governo estadual disse que 81 pessoas foram presas na ação, mas não divulgou quantos mandados foram cumpridos. Além disso, os agentes apreenderam mais de 100 fuzis que eram usados pela facção.
Na madrugada desta quarta, moradores do Complexo da Penha, na zona norte, levaram retiraram ao menos 70 corpos da área de mata que separa os dois complexos e onde teve intenso tiroteio durante a operação. Os mortos foram enfileirados na praça São Lucas, na comunidade, onde foram reconhecidos por parentes.
A advogada Flávia Fróes, que acompanhou a retirada dos corpos, afirmou que alguns deles têm marcas de tiros na nuca, facadas nas costas e ferimentos nas pernas. Defensores de direitos humanos pediram à Comissão Interamericana de Direitos Humanos a presença de interventores e peritos internacionais no Rio. A advogada chamou a ação policial de "o maior massacre da história do Rio de Janeiro".

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