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Colapso na saúde

Mourão sai em defesa de Pazuello após pedido de inquérito no STF

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão minimizou a falta de insumos e imunizantes prontos para vacinar a população brasileira contra a Covid-19.

Publicado em 25 de Janeiro de 2021 às 14:35

Agência Estado

Publicado em 

25 jan 2021 às 14:35
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, vai participar do evento Vitória Summit 2020
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, vai participar do evento Vitória Summit 2020 Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, saiu em defesa do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na manhã desta segunda-feira (25). A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a abertura de um inquérito contra o ministro no Supremo Tribunal Federal (STF) e Pazuello, por sua vez, viajou a Manaus, que enfrenta um colapso no sistema de saúde, sem data para voltar.
"Uma vez que existe muito 'disse me disse' a respeito disso, acho que a melhor linha de ação é que se chegue à conclusão do que aconteceu", disse Mourão a jornalistas nesta segunda-feira, quando perguntado sobre a situação do ministro da Saúde. "Eu tenho acompanhado o trabalho do ministro Pazuello, sei que ele tem feito um trabalho meticuloso e de forma honesta e competente Então, que se investigue e se chegue à conclusão do que aconteceu na realidade."
O vice-presidente minimizou a falta de insumos e imunizantes prontos para vacinar a população brasileira. Na entrevista, ele citou dados de outros países, afirmando que o impasse não ocorre apenas no Brasil. "Esse problema não é só aqui no Brasil. O mundo inteiro acompanha o placar das vacinas", disse Mourão.
Segundo ele, o Brasil poderá estar na quinta ou na sexta colocação mundial em número de vacinados "brevemente", apesar de a imunização não significar um alcance satisfatório em relação à quantidade de pessoas no País. "A solução para o Brasil é mantermos os contratos (de vacinas) e acionarmos os contratos que foram feitos."
Mourão também apontou "ruídos" em torno da vacinação contra a covid-19 e o colapso na saúde em Manaus, além da sucessão no Congresso Nacional, como razões para a queda de popularidade do presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com pesquisa do Datafolha publicada pelo jornal Folha de S.Paulo na última sexta-feira (22), a avaliação positiva do governo (ótimo e bom) caiu de 37% em dezembro para 31% em janeiro, enquanto que a avaliação negativa (ruim e péssimo) passou de 32% para 40%. "O governo está fazendo o possível e o impossível para ter um fluxo contínuo (de vacinação) e também aquela questão de Manaus. No momento em que isso for esclarecido, acho que diminuirá esse ruído", afirmou, citando em seguida a eleição para as presidências da Câmara e do Senado. "Então, semana que vem eu acho que baixam um pouco as tensões", finalizou.

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