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Nas redes sociais

‘Nunca será Reagan’: bolsonaristas atacam Trump após fim da Magnitsky a Moraes

Políticos e influenciadores aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro reclamaram da postura dos EUA por retirada de sanções a ministro do STF
Estadão Conteúdo

Publicado em 

12 dez 2025 às 20:08

Publicado em 12 de Dezembro de 2025 às 20:08

BRASÍLIA - Após o governo Donald Trump retirar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), da lista dos sancionados pela Lei Magnitsky, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se voltaram contra o presidente norte-americano. A decisão dos EUA também incluiu a remoção da advogada Viviane Barci, esposa do magistrado, e do Instituo Lex, empresa mantida pelo casal. Nas rede sociais, deputados e influenciadores ligados a Bolsonaro reagiram com críticas a Donald Trump.
"Quem nasce para Trump jamais será Reagan", disse o jornalista Rodrigo Constantino na rede social X.
Na mesma plataforma, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) também criticou e disse que Trump só queria negociar.
"A lei Magnitsky foi banalizada por Trump. Não existe 'ex-violador de direitos humanos'. Infelizmente colocamos esperanças em alguém que só queria negociar. Uma grande decepção com o Presidente americano e uma enorme lição para nós: não terceirizemos nossa responsabilidade", reclamou.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos
Donald Trump foi alvo de críticas de bolsonaristas nas redes sociais Crédito: REUTERS/Kent Nishimura
O senador Jorge Seif Junior (PL-SC) seguiu linha semelhante. "Não existe amizade nem diplomacia entre países. Existem interesses econômicos. As sanções começaram a cair quando pesquisas mostraram queda na popularidade de Trump e itens básicos da mesa do americano (café, suco de laranja e carne) dispararam de preço. Agora, minerais estratégicos, terras raras e pragmatismo geopolítico falam mais alto", disse ele, completando:
"Ou Moraes virou um pacifista e guerreiro dos direitos humanos? Será que o Brasil virou exemplo de democracia pujante? Ou houve perdão dos presos políticos de 08/01? Moral da história: o Brasil só se resolve por dentro, com mais senadores firmes e um novo presidente."
O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) foi outro a reclamar. "O presente de Natal do governo dos EUA para o Brasil foi devolver o país à força política mais bem organizada daqui: corruptos e corruptores", acusou.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ) foi em linha diferente, agradecendo ao governo americano. "Obrigado @realDonaldTrump a guerra pra tirar a SUPREMA ESQUERDA do poder no Brasil será nossa, dos brasileiros, mas obrigado por toda ajuda!", disse.

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