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No céu gaúcho

Observatório registra meteoro de grande magnitude no Brasil

Fenômeno teve duração de 5 segundos e foi o maior registrado em 2022 no Rio Grande do Sul. O meteoro foi classificado como um bólido

Publicado em 04 de Outubro de 2022 às 09:51

Agência FolhaPress

Publicado em 

04 out 2022 às 09:51

CRISTINA CAMARGO

Imagem do meteoro registrada pelo Observatório Espacial Heller & Jung, localizado em Taquara (RS)
Imagem do meteoro registrada pelo Observatório Espacial Heller & Jung, localizado em Taquara (RS) Crédito: Reprodução
O Observatório Espacial Heller & Jung, localizado em Taquara, no Rio Grande do Sul, registrou na madrugada de segunda-feira (3) o maior meteoro bólido sobre o estado em 2022.
O registro foi feito às 2h26 por uma câmera posicionada como se estivesse 100% olhando para cima, segundo o professor Carlos Jung, fundador do observatório.
"O meteoro ingressou na atmosfera a uma altitude de 107,1 km e foi extinto a uma altitude de 81,8 km possivelmente sobre a cidade de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul", explicou Jung em um vídeo em que compartilhou o registro.
De acordo com ele, o meteoro é da chuva "october gamma puppids", teve duração de 5 segundos e magnitude de -9, a maior registrada este ano no Rio Grande do Sul.
Para que um meteoro seja classificado como um bólido é necessário que a intensidade do seu brilho seja igual ou maior a um brilho análogo ao do planeta Vênus.
O Observatório Espacial Heller & Jung possui 20 câmeras que funcionam durante as noites e registram imagens de meteoros e satélites.
Na madrugada de 3 de agosto, moradores da capital e do interior de São Paulo relataram terem visto um clarão no céu por volta das 5h, seguido de um rastro luminoso em direção ao chão.
"Tudo indica ser um meteoro do tipo bólido. Eles são bem comuns, ocorrem o tempo todo porque a Terra é atingida por toneladas de matéria interplanetária diariamente, mas como a maior parte da Terra é água, os bólidos ocorrem no mar e acabam não sendo registrados", explicou, na ocasião, o astrônomo Marcelo De Cicco, coordenador do projeto Exoss de estudo de meteoros ligado ao Observatório Nacional.
O astrônomo afirmou que a queda de um meteoro como o registrado em agosto pode acontecer em qualquer ponto do planeta e que não há nada que indique a existência de um lugar mais propenso a registros como esse.

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