Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Pablo Marçal diz tomar atitudes idiotas por causa da mentalidade dos eleitores
"O povo gosta disso"

Pablo Marçal diz tomar atitudes idiotas por causa da mentalidade dos eleitores

"No processo eleitoral, me perdoe, você tem que ser um idiota. Infelizmente a nossa mentalidade gosta disso", afirmou o influenciador e candidato à prefeitura de São Paulo em entrevista ao Flow Podcast, na quarta (28)
Agência FolhaPress

Publicado em 

29 ago 2024 às 20:38

Publicado em 29 de Agosto de 2024 às 20:38

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) afirmou nesta quarta-feira (28) ter tomado atitudes que, segundo ele, são idiotas para chamar atenção nos debates e nas redes sociais por causa da "mentalidade" da população.
"No processo eleitoral, me perdoe, você tem que ser um idiota. Infelizmente a nossa mentalidade gosta disso. E, por ser um povo que gosta disso, eu preciso produzir isso. Preciso ter um comportamento que chame atenção. Não é uma parada que eu me divirto", disse em entrevista ao podcast Flow.
O candidato já havia dito em sabatina realizada pela TV Record na sexta-feira (23) que escolheu essa abordagem para atrair o eleitorado. "Quero pedir desculpas, porque para chegar onde cheguei nas pesquisas hoje eu tive que chamar a atenção de um jeito que não te agradou", disse.
O influenciador disse em outro momento no Flow que "orou com dois mortos" e "já foi em velório para ressuscitar pessoas". Depois completou: "Eu acredito nisso. Ainda vou ver isso". Marçal afirmou também ter orado para que duas cadeirantes voltassem a andar.
"O fato de eu ser um fracassado ainda, que as orações não funcionaram, não invalida que eu vá conseguir. Quero ser um cristão que vê isso, porque isso pra mim é um certificado", disse o empresário.
Marçal ainda afirmou que no debate realizado pela revista Veja, no dia 19 de agosto, optou por uma atitude menos agressiva, mas que isso não rendeu bons números nas redes sociais.
"No debate da Veja uma pessoa veio para cima de mim só com baixaria de último nível. Eu falei 'não vou cair nesse jogo'. Engraçado, não rendeu um corte, não deu nada".

Acusações contra adversários

A estratégia de Marçal nos debates e postagens nas redes sociais tem sido de embate e acusações contra adversários. Nesta quarta, a Folha revelou que o candidato utiliza um processo de um homônimo, isto é, uma pessoa com nome igual, para acusar Guilherme Boulos (PSOL) de uso de drogas.
Guilherme Badauil Boulos, alvo do processo, é candidato a vereador em São Paulo pelo Solidariedade e apoia a reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Marçal também falou sobre a decisão da Justiça Eleitoral de derrubar suas contas em redes sociais por causa de desafios de cortes de vídeos promovidos pelo influenciador. "Eu entendo o Judiciário, respeito a decisão, entendendo, inclusive, que o Judiciário precisa de uma reciclagem sobre redes sociais", disse.
Os cortes são trechos de entrevistas, sabatinas, participações em debates e outros vídeos que depois são postados separados em perfis criados com esse objetivo. Ele promove competições de cortes de vídeos com direito a remuneração aos seguidores.
Em uma agenda de campanha no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, no domingo (25), a equipe do candidato pediu para que apoiadores burlassem o que chamaram de "censura".

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Alecrim: 5 motivos para ter em casa a planta que ajuda a limpar as energias
Imagem de destaque
Bloqueio de Trump ao Irã é uma aposta arriscada. Vai funcionar?
Imagem de destaque
Quem é Alexandre Ramagem, delegado da PF e ex-deputado federal preso nos EUA

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados