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Senado Federal

PEC emergencial pautada na próxima semana, diz Pacheco

O Congresso Nacional resistia em aprovar contrapartidas fiscais para renovar auxílio, mas governo insistiu e Congresso estuda compensação; relatório sai até dia 22

Publicado em 18 de Fevereiro de 2021 às 15:27

Agência Estado

Publicado em 

18 fev 2021 às 15:27
Em discurso, à tribuna, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
Em discurso, à tribuna, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Crédito: Marcos Oliveira/ Agência Senado
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) confirmou nesta quinta-feira (18), que o relatório da PEC Emergencial será apresentado entre esta quinta-feira e segunda-feira (22), incluindo uma cláusula de "orçamento de guerra" para a retomada dos pagamentos do auxílio emergencial.
"Tratamos do encaminhamento do auxílio emergencial e de uma contrapartida, não como condição, mas de uma sinalização de que o Congresso tem responsabilidade fiscal", afirmou Pacheco, após reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e o ministro da Economia, Paulo Guedes.
O relator da PEC emergencial e do orçamento de 2021, senador Márcio Bittar (MDB-AC) e a presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), deputada Flávia Arruda (PL-DF) também participaram do encontro, assim como o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.
Segundo Lira, foi uma reunião simbólica para mostrar o caráter de prioridades da Câmara e do Senado: as PECs que tramitam nas duas casas, o auxílio emergencial, as vacinas e as medidas relacionadas à pandemia.
"Todos os outros assuntos são laterais. Nossa democracia é forjada em firmeza de instituições e damos uma demonstração clara para a população de que enfrentaremos os problemas. Os problemas se acomodam com o tempo, mas pautas traçadas pelo governo continuarão firmes e sem obstáculos para que suas discussões e aprovações ocorram o mais rápido possível", afirmou o presidente da Câmara, em referência ao caso do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), preso na terça-feira, 16, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Fora do microfone, o ministro Paulo Guedes comentou que as falas de Pacheco e Lira foram "perfeitas". "Depois desses dois, a gente não precisa falar nada", completou, enquanto deixava o local do pronunciamento.

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