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Caso metanol

Perícia aponta que metanol foi adicionado a garrafas e não é produto de destilação natural

As autoridades não informaram a quantidade de garrafas analisadas, nem o percentual de metanol encontrado; também não divulgaram os locais em que essas bebidas foram apreendidas

Publicado em 08 de Outubro de 2025 às 13:49

Agência FolhaPress

Publicado em 

08 out 2025 às 13:49
Bebida alcoólica, álcool, metanol
Metanol foi adicionado em garrafas, consta perícia Crédito: TV Gazeta/Reprodução
O Instituto de Criminalística da Polícia Científica de São Paulo descartou que o metanol encontrado em algumas garrafas de destilados apreendidas pela Polícia Civil seja resultado da destilação natural. De acordo com a perícia, as altas concentrações identificadas indicam que a substância foi adicionada às bebidas. "Pode-se afirmar, até o momento, e de acordo com as concentrações encontradas em dois lotes, que o metanol foi adicionado, não sendo, portanto, produto de destilação natural", disse a polícia em nota.
As autoridades não informaram a quantidade de garrafas analisadas, nem o percentual de metanol encontrado. Também não divulgaram os locais em que essas bebidas foram apreendidas -as autoridades afirmam que a divulgação dos nomes pode atrapalhar as investigações.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, disse na terça-feira (7) que a Polícia Federal investiga se bebidas alcoólicas foram adulteradas com o metanol que teria sido abandonado após ação policial contra a infiltração do crime organizado em postos de combustível e no setor financeiro. "Todos sabem que recentemente tivemos enorme ação de combate à infiltração de crime organizado na área de combustíveis. Muitos caminhões e tanques de metanol foram abandonados depois da operação. Essa é uma hipótese que está sendo estudada, trilhada, acalentada pela PF", disse o ministro na ocasião.
Lewandowski não mencionou a suspeita de envolvimento de uma facção criminosa específica, como o PCC (Primeiro Comando da Capital). Ele disse que as apurações ainda são embrionárias e que a PF não descarta nenhuma hipótese.
Na segunda-feira (6), o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, repetiu que a polícia local descartou relação das intoxicações por metanol com o crime organizado. Ele disse que a principal linha de investigação para os casos de intoxicação por metanol é o uso de etanol de baixa qualidade na produção clandestina de bebidas. Na terça, o estado de São Paulo registrou 18 casos confirmados de intoxicação por metanol e descartou 38 suspeitas após análises clínicas. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, há 176 notificações e 10 mortes, sendo três confirmadas e sete em investigação.
Os dados do Brasil não foram atualizados na terça. A expectativa é de que o Ministério da Saúde divulgue novo boletim nesta quarta (8).

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