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Decisão cabe a Moraes

PGR pede prisão e inclusão de Carla Zambelli em lista da Interpol

Condenada a 10 anos de prisão pela Primeira Turma do STF, deputada informou que está fora do Brasil e que vai se licenciar do mandato

Publicado em 03 de Junho de 2025 às 17:23

Estadão Conteúdo

Publicado em 

03 jun 2025 às 17:23
Deputada federal Carla Zambelli
Carla Zambelli anunciou que tem cidadania italiana e que vai morar na Europa Crédito: Zeca Ribeiro/Agência Câmara
BRASÍLIA - A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta terça-feira (3) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão preventiva da deputada Carla Zambelli (PL-SP). A representação foi enviada ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes. O documento é físico e está em sigilo.
O procurador-geral da República Paulo Gonet argumenta que a prisão é necessária para "assegurar a devida aplicação da lei penal", já que a condenação da deputada pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) só não começou a ser cumprida porque há recursos pendentes.
Carla Zambelli foi condenada pela Primeira Turma do STF a 10 anos de prisão, em regime inicial fechado, e à perda do mandato pelo ataque hacker ao CNJ. A deputada também responde a um processo criminal no STF por perseguir um homem com uma pistola na véspera do segundo turno das eleições de 2022. Além da prisão, o procurador-geral pediu o cancelamento dos passaportes de Carla Zambelli e a inclusão da deputada na lista de difusão vermelha da Interpol.
Mais cedo, Carla Zambelli informou que está fora do Brasil e que vai se licenciar do mandato para denunciar o STF junto à comunidade internacional, assim como fez o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
A deputada anunciou que tem cidadania italiana e que vai morar na Europa. O objetivo, segundo ela, é atuar pelo fortalecimento da direita e "resistir, voltar a ser a Carla que eu era antes das amarras que essa ditadura nos impôs".
O advogado Daniel Bialski deixou a defesa da deputada depois que a informação veio a público. Ele afirmou que abandonou o caso por "motivo de foro íntimo". Segundo o criminalista, Carla Zambelli comunicou apenas que viajou para "dar continuidade a um tratamento de saúde".

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