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Em Goiás

PM é condenado a 12 anos de prisão por matar entregador durante briga

O TJ-GO (Tribunal de Justiça de Goiás) o condenou nesta terça-feira (15) pela morte do entregador Lucas Marcelino Botelho em março do ano passado

Publicado em 16 de Abril de 2025 às 08:50

Agência FolhaPress

Publicado em 

16 abr 2025 às 08:50
PM matou entregador por aplicativo, em Goiás
PM matou entregador por aplicativo, em Goiás Crédito: Reprodução
O policial militar acusado de atirar e matar um entregador após uma briga em Goiás foi condenado a 12 anos de prisão e terá que indenizar família da vítima. Roberval Crescêncio de Jesus foi condenado a 12 anos de prisão por homicídio qualificado. O TJ-GO (Tribunal de Justiça de Goiás) o condenou nesta terça-feira (15) pela morte do entregador Lucas Marcelino Botelho em março do ano passado.
O PM, que confessou o crime, está preso na Corregedoria da Polícia Militar de Goiás desde o ano passado. A condenação, obtida pela reportagem, levou em conta a confissão do réu e o perigo comum, já que o tiro foi disparado em um local público. A defesa ainda pode recorrer. Ele terá que indenizar familiares da vítima em R$ 150 mil. A quantia será destinada a reparação de danos morais aos herdeiros de Marcelino.
A reportagem não conseguiu contato com a defesa do policial militar. Caso haja manifestação, este texto será atualizado. Advogado da família da vítima disse não concordar com a sentença. Em nota, Wallison dos Reis disse que a família de Lucas Marcelino não comemora a condenação,
"O que houve no dia 13 de março de 2024 não foi um acidente, como a defesa pregou veemente em seus debates, mas sim um assassinato a sangue frio, cometido por um indivíduo (...) e que com a progressão de pena, em pouquíssimo tempo o réu estará novamente nas ruas, com sua personalidade agressiva e perigosa", afirma a nota da família da vítima.
A reportagem questionou a Corregedoria da Polícia de Goiás para saber sobre procedimentos institucionais referente ao caso. Até o momento, não houve resposta.

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