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Crime no Paraná

Polícia apura se bolsonarista acessou câmeras e viu festa de petista

Investigadores apuram se houve premeditação no crime que matou o militante petista Marcelo Arruda

Publicado em 12 de Julho de 2022 às 15:15

Agência FolhaPress

Publicado em 

12 jul 2022 às 15:15
  • Artur Rodrigues

FOZ DO IGUAÇU - A Polícia Civil do Paraná investiga se o policial penal Jorge José Rocha Guaranho teve acesso a um aplicativo com imagens do clube onde acontecia a festa do militante petista Marcelo de Arruda, antes de invadir o local.
Bolsonarista, o homem invadiu a festa com temática do PT, matou a tiros Marcelo e também acabou baleado. O crime aconteceu no Clube Social Aresf (Associação Recreativa e Esportiva da Segurança Física), em Foz do Iguaçu, no sábado (9).
Segundo fontes na investigação, ele pertenceu à diretoria da associação. A ideia é saber se ele ainda tinha acesso e viu as imagens ou se alguém contou para ele.
Isso é importante para a polícia saber se houve premeditação e até se há algum outro participante indireto no caso.
Jorge José da Rocha Guaranho, bolsonarista que matou guarda em festa de aniversário com decoração temática do PT
Jorge José da Rocha Guaranho, bolsonarista que matou guarda em festa de aniversário com decoração temática do PT Crédito: Reprodução redes sociais
A reportagem procurou, mas não localizou nenhum representante da Aresf para falar sobre o caso.
Segundo a reportagem ouviu de participantes da festa, não havia nenhuma sinalização relativa ao PT do lado de fora do clube, o que impossibilitaria que ele soubesse olhando da rua. Já as câmeras seriam visíveis, segundo eles.
Por ora, não há nenhum indício de que Marcelo e Jorge se conheciam, mas a polícia apura esse ponto também.
Segundo relatos, no dia do crime, Jorge passou de carro em frente ao salão de festas dizendo "Aqui é Bolsonaro" e "Lula ladrão", além de proferir xingamentos. Ele saiu após uma rápida discussão e disse que retornaria.
De acordo com as testemunhas, Marcelo então foi ao seu carro e pegou uma arma para se defender. Jorge de fato retornou, invadiu o salão de festas e atirou. O petista, já ferido no chão, também baleou o bolsonarista. Uma câmera de segurança registrou o crime.
A Polícia Civil do Paraná já ouviu oito pessoas para tentar descobrir a dinâmica do crime que terminou com a morte do militante petista. A previsão é que o inquérito seja concluído até a próxima terça-feira (19).
A lista de pessoas ouvidas inclui testemunhas e familiares do autor do crime, que teve a prisão preventiva decretada e está internado em estado grave. A mulher e a filha estiveram com ele pouco antes do ataque ao petista.
A polícia trabalha em duas frentes no momento. De um lado, tenta estabelecer as motivações e circunstâncias do crime. De outro, apura agressões ao atirador quando ele já estava baleado e caído - ele foi atingido a tiros por Marcelo, que, mesmo ferido, revidou ao seu ataque.

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