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Ajuda internacional

Prefeitura de SP aciona Interpol para evitar que obras roubadas deixem o país

A Interpol possui um aplicativo e um banco de dados global para auxiliar na busca e recuperação de obras de arte roubadas
Agência FolhaPress

Publicado em 

08 dez 2025 às 13:50

Publicado em 08 de Dezembro de 2025 às 13:50

Obras da exposição
Obras da exposição "Fotografia e vanguarda do MAM São Paulo", que foi alvo dos criminosos neste domingo (7), na Biblioteca Mário de Andrade. Crédito: Instagram/Reprodução
A prefeitura de São Paulo acionou a Interpol, a polícia internacional, por conta das obras de Portinari e Matisse roubadas da Biblioteca Municipal Mário de Andrade. Vídeos mostram os dois homens carregando o que seriam os itens roubados nas mãos. A medida tenta evitar que os criminosos consigam enviar as gravuras para fora do país. A Prefeitura de São Paulo comunicou a Interpol através da Polícia Federal sobre o roubo.
A Interpol possui um aplicativo e um banco de dados global para auxiliar na busca e recuperação de obras de arte roubadas. No documento encaminhado às autoridades federais e internacionais, a prefeitura anexou imagens e informações sobre todas as obras. Foram 13 obras de arte roubadas no último dia da exposição. Biblioteca Mário de Andrade abrigava até o domingo a exposição "Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade". Mostra homenageia a relação entre biblioteca e museu, na qual ambos foram responsáveis por consolidarem a arte moderna na cidade.
Oito gravuras de Henri Matisse e cinco gravuras de Candido Portinari, da obra "Menino de Engenho", foram levadas. O material pertence à exposição "Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade", realizada em parceria com o MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo).
Os homens não vestiam nenhum disfarce e um deles já foi identificado. Ele é procurado pela polícia, enquanto ainda não se sabe quem seria o segundo. O carro usado na fuga foi encontrado e apreendido, mas os criminosos continuam foragidos. "Eles levaram obras que têm grande valor histórico, significativo, foram emblemáticas para o modernismo brasileiro. São nomes fundamentais como Portinari, um dos mais populares e conhecidos", disse Cauê Alves, curador-chefe do Museu Arte Moderna de São Paulo
A prefeitura disse que todas as obras expostas contam com apólice de seguro vigente. "O local dispõe de equipe e sistema de vigilância, sistema de câmeras de segurança. Todo o material que possa servir à investigação está sendo fornecido para as autoridades policiais", informou em nota. A abertura da biblioteca nesta semana ainda será avaliada.

Como foi o roubo

A invasão de dois homens armados aconteceu por volta das 10h. Segundo a Polícia Civil, eles renderam uma vigilante que fazia plantão e um casal de idosos que visitava o local - ninguém ficou ferido. "Ambos seguiram até a cúpula de vidro, onde estavam os documentos [as gravuras de Portinari]. Eles colocaram os documentos e oito quadros em uma sacola de lona. Os dois fugiram pela saída principal", disse a Polícia Civil.
As obras estavam expostas em uma parede. A imagem que ilustra a reportagem, cedida pela Polícia Militar, mostra os apoios dos quadros vazios. Dias antes, em um vídeo publicado na página oficial da biblioteca no Instagram, é possível ver a parede completa. As oito primeiras imagens (em destaque na imagem abaixo) podem ter sido as levadas.

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