Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Projeto de lei prevê multa para quem usa bebê reborn para ter prioridade
Em filas e atendimentos

Projeto de lei prevê multa para quem usa bebê reborn para ter prioridade

Texto na Câmara de autoria do deputado Zacharias Calil (União Brasil) prevê multa de até R$ 40 mil
Agência FolhaPress

Publicado em 

16 mai 2025 às 17:43

Publicado em 16 de Maio de 2025 às 17:43

SÃO PAULO - Um projeto de lei apresentado nesta quinta-feira (16) na Câmara dos Deputados propõe que pessoas que utilizem "bonecas do tipo 'bebê reborn' ou outros artifícios similares" para usar filas e serviços preferenciais sejam multadas.
O PL detalha que deve ser passível de multa o uso de bebês reborn em filas de unidades de saúde, posto de vacinação, hospitais ou congêneres, além de filas e guichês de serviços públicos e privados ou assentos preferenciais.
Bebê reborn
Bebê reborn: lei contra pedido de prioridade em atendimento Crédito: Pixabay
A proposição, de autoria do deputado Zacharias Calil (União Brasil), também engloba "descontos, gratuidades ou outros incentivos econômico-financeiros atribuídos a responsáveis por bebês de colo".
O valor, estipulado no PL 2320/2025, vai de cinco a 25 salários mínimos, podendo chegar a quase R$ 40 mil.
A lei que define prioridade no atendimento existe desde 2000 e teve mudanças no público prioritário, que agora inclui também pessoas do espectro autista, além de "pessoas com deficiência, idosos, gestantes, lactantes, as pessoas com criança de colo, os obesos, as pessoas com mobilidade reduzida e os doadores de sangue".
Em Curitiba, a prefeitura já alertou via redes sociais que assentos prioritários não podem ser usados por "mães de bebês reborn".
As bonecas hiper-realistas têm ganhado espaço no debate público depois que vídeos celebrando eventos como partos reborn viralizaram nas redes sociais. Usuários do X, antigo Twitter, aproveitaram o assunto para falar, em tom de piada, em creche reborn, pediatra reborn e até fonoaudióloga reborn.
Em Minas Gerais, um projeto de lei protocolado na Assembleia Legislativa propôs a proibição de atendimento às bonecas nos serviços públicos do Estado. Segundo o autor, o deputado estadual Caporezzo (PL), o projeto foi protocolado após eleitores relatarem o atendimentos do tipo.
As bonecas têm preços salgados, que podem ultrapassar os mil reais. Os fabricantes, que detalham os produtos a nível artesanal, são chamados de "cegonhas" na comunidade reborn.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Bloqueio de Trump ao Irã é uma aposta arriscada. Vai funcionar?
Imagem de destaque
Quem é Alexandre Ramagem, delegado da PF e ex-deputado federal preso nos EUA
Imagem de destaque
Vestibular USP e Unicamp 2027: confira dicas práticas para se preparar desde já

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados