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Sem comprovação

PSOL pede que STF proíba Ministério da Saúde de distribuir cloroquina

O partido também pede que o governo Bolsonaro comece imediatamente a campanha dos benefícios da vacinação contra a Covid-19.

Publicado em 19 de Janeiro de 2021 às 16:41

Agência FolhaPress

Publicado em 

19 jan 2021 às 16:41
OMS retirou em definitivo a cloroquina dos testes para tratamento de Covid-19
OMS retirou em definitivo a cloroquina dos testes para tratamento de Covid-19 Crédito: jcomp/ Freepik
O PSOL pediu que o ministro Ricardo Lewandoswki, do STF (Supremo Tribunal Federal), determine que o governo federal seja proibido de veicular qualquer informação que propague, induza ou incentive o uso de medicamentos sem comprovação científica, como tipo de tratamento precoce, contra a Covid-19, especialmente cloroquina, nitazoxanida, hidroxicloriquina e ivermectina.
A sigla também pede que seja determinada, liminarmente, a vedação da distribuição pelo governo federal, por qualquer um de seus órgãos, de tais substâncias e medicamentos para a finalidade de tratamento precoce do novo coronavírus.
Em meio a uma nova onda de Covid-19, a Prefeitura de Manaus foi pressionada pelo Ministério da Saúde do governo Jair Bolsonaro a distribuir remédios sem eficácia comprovada para tratar seus pacientes, como cloroquina e ivermectina.
Os pedidos foram feitos no âmbito da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) 756.​
No documento, que foi protocolado nesta terça (19), o partido também pede que o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) comece imediatamente a campanha dos benefícios da vacinação contra a Covid-19.
"É inaceitável que o governo continue opondo tratamento precoce à vacinação. Não há medicamentos com efeitos comprovados contra a Covid-19. É hora de dar um ponto final à desinformação do governo Bolsonaro. Chega", afirma Juliano Medeiros, presidente da sigla.

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