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Localizado por policiais

"Rei da Cachaça", dono da Seleta condenado por estupro é preso em BH

O empresário Antônio Eustáquio Rodrigues estava foragido desde junho, quando foi condenado duas vezes pelo crime de estupro e também por estupro de vulnerável
Agência FolhaPress

Publicado em 

19 ago 2023 às 12:40

Publicado em 19 de Agosto de 2023 às 12:40

O empresário Antônio Eustáquio Rodrigues, dono das marcas Seleta, Saliboa e Boazinha, foi preso nesta sexta-feira (18).
Rodrigues estava foragido desde junho, quando foi condenado duas vezes pelo crime de estupro e também por estupro de vulnerável. Ele era conhecido como "rei da cachaça" e considerado o maior produtor de cachaça artesanal do Brasil.
Ele foi localizado por policiais em um apartamento no centro de Belo Horizonte na tarde de sexta. Participaram da ação o Ministério Público e a Polícia Civil de Minas Gerais.
As penas chegam a 15 anos em regime fechado. O mandado de prisão foi expedido pelo Juízo da 1ª Vara Cível, Criminal e de execuções Penais da comarca de Salinas.
Antônio Eustáquio Rodrigues foi levado ao Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, informou a Sejusp (Secretaria de Estado de Segurança Pública) ao UOL.
Cachaça
Antônio Eustáquio Rodrigues, dono das marcas Seleta, Saliboa e Boazinha Crédito: Divulgação/MPMG
O UOL tenta contato com a Cachaças Seleta. A matéria será atualizada se houver resposta.

Empresário já foi preso em 2014 por estupro

O empresário foi preso pela primeira vez em 2014 por tentativa de homicídio, pedofilia e estupro de dois adolescentes. Ele tinha 64 anos.
As vítimas de violência sexual foram um menino de 14 anos e uma garota de 15, moradores da periferia de Salinas. A polícia acredita que os abusos começaram quando os adolescentes tinham 13 anos.
A denúncia foi feita pela mãe do garoto ao Conselho Tutelar de Salinas. "Muitas pessoas têm medo dele aqui [em Salinas] já que ele é um homem poderoso. Mas não tenho medo, sinto-me aliviada", afirmou à polícia.
Uma das vítimas contou à polícia que Rodrigues distribuía celulares e dinheiro para as crianças do bairro. "Ele me disse que não tinha necessidade de contar para ninguém o que tinha acontecido, porque nós dois nos daríamos muito mal".
Na época dos crimes, a Seleta e Boazinha afirmaram que Rodrigues estava afastado da direção da empresa desde 2006 "em virtude de graves problemas de saúde".

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