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Rosa Weber envia à PGR pedido de investigação de Do Val, Pacheco e Alcolumbre

Notícia-crime que pede apuração da conduta dos parlamentares na distribuição do orçamento secreto foi apresentada ao STF após declaração do senador capixaba

Publicado em 15 de Julho de 2022 às 14:33

Publicado em 

15 jul 2022 às 14:33
Ministra Rosa Weber, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)
Ministra Rosa Weber, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Crédito: Carlos Moura/ SCO/ STF
A vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber encaminhou à Procuradoria-Geral da República a notícia-crime em que o senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) pede a abertura de investigação sobre a conduta do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o ex-presidente da Casa Davi Alcolumbre (União-AP) e o senador Marcos do Val (Pode-ES) com a distribuição de uma 'emenda gratidão' do orçamento secreto.
A petição que atribui supostos crimes de corrupção ativa e passiva a Pacheco, Alcolumbre e Marcos do Val foi distribuída para o gabinete do ministro Kassio Nunes Marques. No entanto, em razão do recesso judiciário, Rosa Weber, em exercício como presidente da corte, abriu vista do caso à PGR.
O envio da notícia-crime ao Ministério Público Federal é um procedimento de praxe, uma vez que o órgão é o chamado 'titular da ação penal' - responsável por pedir a abertura de investigações ou ações junto ao Tribunal. No caso de autoridades com foro junto ao Supremo, cabe à PGR dar os pareceres.
O pedido de investigação feito por Alessandro Vieira tem como base entrevista concedida por Marcos do Val ao Estadão na qual o parlamentar disse que recebeu R$ 50 milhões em emendas por ter apoiado Pacheco na eleição para a presidência do Senado, em fevereiro de 2021.
Ele relatou que o pagamento, destinado a seu reduto eleitoral, foi dado por intermédio de Davi Alcolumbre como "gratidão" ao apoio. Após a publicação, do Val afirmou que foi mal interpretado e pediu desculpas.
Na petição apresentada ao STF, Vieira chegou a traçar paralelo entre as declarações de do Val e o Mensalão. "A opacidade que caracteriza a destinação de emendas de relator-geral e os critérios adotados por alguns parlamentares à margem da Constituição Federal representam tentativa de burlar a legislação atual com base na insuficiente regulamentação do tema Nesse aspecto, causa espanto a naturalização de verdadeira negociata de votos dentro do Senado Federal com uso de dinheiro público", afirmou o parlamentar.

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