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Em depoimento

Torres diz à PF que 'única preocupação' era combate a crimes eleitorais

Ex-ministro da Justiça no governo Bolsonaro abriu mão do silêncio e depôs nesta segunda-feira (8) sobre as blitze da PRF no segundo turno das eleições

Publicado em 08 de Maio de 2023 às 19:39

Agência Estado

Publicado em 

08 mai 2023 às 19:39
BRASÍLIA - Em depoimento à Policia Federal nesta segunda-feira (8), o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres afirmou que sua 'única preocupação' em meio às eleições 2022 era o combate a crimes eleitorais, 'independentemente de candidato ou partido'. O aliado do ex-presidente alega que 'jamais interferiu nos planejamentos operacionais' da Polícia Rodoviária Federal quanto a blitzes e abordagens do segundo turno das eleições.
O ex-ministro foi ouvido nesta segunda (8) sobre a atuação da PRF nas eleições 2022, em especial no segundo turno, quando Lula foi eleito para seu terceiro mandato presidencial.
A defesa de Torres afirmou que o depoimento ocorreu 'dentro da normalidade'. Segundo os advogados, o ex-ministro 'abriu mão' do direito a ficar em silêncio, tendo respondido todas as perguntas feitas pelos investigadores durante a oitiva na sede da Polícia Federal em Brasília.
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça
Anderson Torres respondeu todas as perguntas feitas pelos investigadores Crédito: Tom Costa/MJSP
O depoimento foi colhido nesta segunda-feira (8), após um adiamento em razão do estado de saúde de Torres. A oitiva foi reagendada após o Governo do Distrito Federal descartar transferir Torres para o hospital penitenciário.
Trata-se do terceiro depoimento prestado pelo ex-ministro da Justiça. No primeiro, ele falou sobre as acusações de 'omissão' ante os atos golpistas. Depois, perante ao Tribunal Superior Eleitoral, depôs sobre a 'minuta do golpe' — documento apreendido pela Polícia Federal em um armário da residência de Torres, em Brasília.
Torres foi instado a depor sobre o caso no mesmo dia em que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, manteve sua prisão por suposta conivência com os atos golpistas do dia 8 de janeiro. Na ocasião, o magistrado apontou 'fortes indícios' da ligação de Torres com 'minuta do golpe' e com fiscalizações em massa da PRF no segundo turno. Alexandre classificou as blitz, especialmente em rodovias do Nordeste como 'operação golpista' 'para tentar subverter a legítima participação popular'.
No mesmo dia, o Ministério da Justiça divulgou o número de operações feitas pela PRF nas eleições 2022, mostrando que a corporação fiscalizou, entre os dias 28 e 30 de outubro, 2.185 ônibus em estradas do Nordeste — mais que o dobro das ações de mesmo teor registradas no centro-oeste (893), quatro vezes mais que o número de blitz efetuadas no Sudeste e sete vezes mais do que no Norte do País.

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