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TSE se reúne com representantes do WhatsApp sobre aplicativo na eleição

Fontes relataram que integrantes sugeriram medidas de caráter disciplinar contra a plataforma, usada para disseminar boatos

Publicado em 16 de Outubro de 2018 às 10:51

Publicado em 

16 out 2018 às 10:51
WhatsApp: segundo o TSE, principal preocupação são os conteúdos veiculados com o objetivo de "abalar a confiança do eleitor nas urnas eletrônicas e no sistema eleitoral brasileiro" Crédito: Pixabay
Integrantes do Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizam nesta terça-feira uma videoconferência com representantes do WhatsApp para tratar do impacto do uso do aplicativo no pleito de 2018. A reunião parte da avaliação do conselho de que a plataforma de troca de mensagens foi utilizada "de forma indevida" por um grupo de usuários no primeiro turno.
Como o jornal "O Globo" mostrou nesta segunda-feira, membros do conselho do TSE sugeriram medidas de caráter disciplinar contra o WhatsApp, cuja sede fica na Califórnia, nos Estados Unidos. Eles chegaram à conclusão de que o aplicativo foi o meio mais usado para a difusão de mentiras e montagens prejudiciais a determinados candidatos. No sábado, dois dias depois da tensa reunião do Conselho Consultivo, dois ministros, Luiz Salomão e Carlos Horbach, emitiram decisões opostas sobre limites ao app.
Segundo o TSE, a principal preocupação são os conteúdos veiculados com o objetivo de "abalar a confiança do eleitor nas urnas eletrônicas e no sistema eleitoral brasileiro". Vídeos compartilhados pelo WhatsApp sugeriram a possibilidade de fraude nas eleições. A Polícia Federal investiga crimes relacionados ao pleito deste ano.
A reunião está marcada para as 15h. Foram convidados para a videoconferência desta terça-feira representantes do TSE, do Ministério Público Eleitoral, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e da SaferNet Brasil. A próxima reunião do Conselho Consultivo deve ocorrer no dia 22 de outubro, na sede do tribunal, em Brasília.
Estabelecer algum controle sobre o fluxo de informação no aplicativo seria uma forma de o Estado conter a onda de fake news que marcou o primeiro turno das eleições. Mas as sugestões ainda não tiveram imediata acolhida nas decisões do tribunal.
Para conselheiros e especialistas no assunto ouvidos pelo jornal "O Globo", nos últimos dias, tudo indica que a indústria de notícias falsas e de produção de boatos com fins eleitorais deve se repetir com igual ou até superior intensidade até o segundo turno, sobretudo na disputa presidencial. A onda de fake news, porém, levanta o debate sobre a possibilidade de imposição de medidas restritivas ao WhatsApp.

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