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Capixapédia

Os saudosos bailes de carnaval que agitavam clubes no ES

Regados com orquestras, concursos de fantasias, matinês e muita animação, o Clube Álvares Cabral, Clube Libanês, Clube Náutico Brasil, o Clube do Saldanha, entre outros, eram palcos de grandes bailes de Carnaval

Publicado em 28 de Fevereiro de 2019 às 19:26

Publicado em 

28 fev 2019 às 19:26
Carnaval de clube no ES Crédito: Cedoc | A Gazeta
Antes do carnaval se tornar popularmente de rua, a festividade era comemorada em tradicionais clubes localizados em alguns municípios do Espírito Santo. Regados com orquestras, concursos de fantasias, matinês e muita animação, o Clube Álvares Cabral, Clube Libanês, Clube Náutico Brasil, o Clube do Saldanha, entre outros, eram palcos de grandes bailes, frequentados pela população capixaba.
"A folia do Álvares Cabral superou todas as expectativas possíveis, com casa cheia durante os três bailes noturnos e as duas matinês. E quem compareceu à sede do "Gigante da Praça" saiu de lá satisfeito com o grandioso carnaval que os dirigentes proporcionaram", informava um conteúdo publicado no jornal A Gazeta, em 1969.
Carnaval de clube no ES Crédito: Cedoc | A Gazeta
No Siribeira Club de Guarapari, as festas eram regadas com muitos enfeites carnavalesco e orquestra, que agitava os foliões com músicas dos carnavais passados, até o sol raiar. Os bailes no local ficavam tão lotados que ultrapassavam o limite de capacidade de pessoas no clube, sendo que, nos três dias de festa, mais de três mil foliões compareceram ao local.
Em 1969, as principais atrações foram os músicos Cícero Ferreira e Carlos Imperial, que embalaram as melhores marchinhas da época. Para fechar a semana de festividades, o Siribeira realizou o "Baile da Saudade", para o "enterro dos ossos", onde iria reviver os dias de carnavais realizados no clube. 
"Eram seis horas da manhã de quarta-feira, quando a orquestra saiu tocando dentro do clube, indo se instalar nas pedras, bem junto ao mar, onde, apesar de cansados, os foliões continuavam cantando e sambando, tendo muitos deles mergulhando nas águas da Prainha", dizia o jornal. 
Crédito: Cedoc | A Gazeta
Outros clubes, como o Libanês, localizado em Vila Velha, e a Associação Desportiva Ferroviária, em Cariacica, também eram pontos de diversão. O ouvinte da CBN Vitória, Sérgio Sarkis, relembrou quando a avó realizava a decoração de diversos clubes do Estado. "Os clubes eram o local máximo do carnaval. Tinha o Clube do Saldanha, o Álvares Cabral , Libanês, o Vitória. Minha avó era quem fazia a decoração desses clubes. Lembro quando eu era garoto, no início da década de 70, minha avó fez o Bloco das Champinhas. Saiu todo mundo em cima de um caminhão de refrigerante, e nós desfilamos pela Avenida Jerônimo Monteiro, até o Palácio Anchieta", contou o ouvinte.
O Clube Vitória também foi palco dos bailes e matinês realizados durante o período festivo. No local, havia concurso de fantasia, adulto e infantil, além das tradicionais marchinhas, que agitavam os capixabas. No Náutico, o clima de animação não era diferente. O auge dos três dias de carnaval no clube foi quando o músico conhecido como Heraldo Bigode, "o artista da frigideira", se apresentou no local. 
"Valeu a pena a diretoria do Náutico contratar o artista, que deu demonstração de seu valor"
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