"O contrato vence agora em julho, o processo está atrasado, recebemos a decisão da Aneel até com um certo alívio", afirmou o governador capixaba. "Tudo estava caminhando bem, até que aconteceram aquelas falhas de distribuição em São Paulo (de responsabilidade da italiana Enel) causadas pelas fortes chuvas. Ali o processo deu uma parada, muita gente começou a defender novas licitações nos processos que estão em andamento. Isso nos trouxe uma certa apreensão, porque defendemos a renovação e a EDP já havia anunciado investimentos de R$ 5 bilhões para os próximos cinco anos, só que o contrato precisava sair. Agora, com o aval da Aneel, as coisas vão destravar".
O contrato da EDP no Espírito Santo, que atende 70 municípios capixabas, é o primeiro de uma série de renovações que estão sob análise da Aneel. A antiga Escelsa foi a primeira distribuidora de energia a ser privatizada, em julho de 1995.