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Infraestrutura

Após início das obras, quais serão os próximos passos do Porto Central?

O ambicioso projeto, que deve se consolidar até 2040, receberá US$ 2,9 bilhões (mais de R$ 17 bilhões) apenas em infraestrutura

Publicado em 03 de Dezembro de 2024 às 17:56

Públicado em 

03 dez 2024 às 17:56
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Perspectivas do Porto Central, terminal portuário de águas profundas em Presidente Kennedy, no Sul do Espírito Santo
Perspectivas do Porto Central, terminal portuário de águas profundas em Presidente Kennedy Crédito: Porto Central/Youtube/Reprodução
Contratos assinados com seis petroleiras para transbordo de petróleo cru (os acordos têm cláusula de confidencialidade, mas entre as companhias está a Petrobras), viabilizam o início da primeira fase das obras do Porto Central, em Presidente Kennedy, Sul do Espírito Santo. Um aporte de US$ 450 milhões (R$ 2,6 bilhões) que será entregue, segundo os executivos da companhia, até o final de 2027. Isto é o que está no papel, mas a ideia é, muito em breve, anunciar novos acordos e, se possível, iniciar os trabalhos junto com a inauguração do terminal.
Já há conversas muito maduras com operadores (do Brasil e de fora) para a instalação de um terminal de grãos e de uma grande estrutura para contêineres, que terá o objetivo de ser um hub para toda a América Latina. Tudo saindo como planejado, os maiores navios do mundo aportarão em Kennedy e, a partir de lá, em navios menores, de cabotagem, as cargas serão distribuídas para todo o continente. Com calado de até 25 metros, o Porto Central poderá receber as maiores embarcações do planeta, que carregam até 25 mil contêineres.
O ambicioso projeto do Porto Central, que deve se consolidar até 2040, receberá US$ 2,9 bilhões (mais de R$ 17 bilhões) apenas em infraestrutura. Os negócios que se instalarão no complexo portuário industrial que pode vir a ter 20 milhões de metros quadrados podem chegar a um volume de investimentos que se aproxima dos R$ 200 bilhões. O desenvolvimento do complexo é tocado pela TPK Logística, que tem a Organização Polimix como maior acionista.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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