"A procura por espaços cresceu muito depois do anúncio dos Estados Unidos (9 de julho). As vendas vinham em ritmo normal, mas a coisa acelerou fortemente nos últimos 45 dias. Os empresários perceberam a necessidade de falar com outros compradores, a feira de São Paulo possibilita isso. É forte para o mercado interno, já que as grandes construtoras e arquitetos estão ali, e para o mercado externo também. Tivemos visitantes de mais de 75 diferentes países, na edição de 2025, e queremos ir além em 2026", explicou Flávia Milaneze, CEO da Milanez & Milaneze, empresa responsável pela feira.
O aumento da procura garantiu um evento com o dobro de tamanho. "Já tínhamos tomado a decisão de utilizar dois pavilhões do Anhembi, o que dá 24 mil m², com o aumento da demanda, já estamos com boa parte dos estandes negociados. Foi além das expectativas, agora é trabalhar junto com o setor para atender às expectativas".
O Espírito Santo responde por cerca de 80% da indústria brasileira de rochas. O faturamento anual do setor, no Estado, fica na casa do R$ 15 bilhões.