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Descarbonização

ArcelorMittal Tubarão está atrás de gás natural. E não acha

Maior siderúrgica do país quer usar gás natural em todos os seus altos-fornos, mas está com dificuldade para encontrar fornecedores

Publicado em 27 de Junho de 2022 às 04:30

Públicado em 

27 jun 2022 às 04:30
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Alto-forno 3 da ArcelorMittal em Tubarão
Alto-forno 3 da ArcelorMittal em Tubarão Crédito: Divulgação/ArcelorMittal
A ArcelorMittal Tubarão está em busca de gás natural para iniciar a transição energética de seus três alto-fornos. E não está encontrando. Os fornos são responsáveis pela produção de 7,5 milhões de toneladas de placas de aço por ano, o maior parque siderúrgico do Brasil. A demanda diária da companhia é de 1,5 milhão de metros cúbicos por dia. Hoje, as usinas são movidas a carvão.
A adoção do gás, que seria usado junto com o carvão (combustível muito mais poluente), é um passo relevante para o início do processo de descarbonização na produção de aço. A intenção é colocar o projeto de pé até, no máximo, 2024. O desafio agora é encontrar gás.
Uma das alternativas consideradas pelos executivos da companhia é que algum porto do Estado, conversas já estão em andamento, invista num terminal de regaseificação, nos mesmos moldes que a Petrobras tem em Pecém, Ceará. O gás natural viria de navio na forma líquida, no próprio porto ele seria regaseificado e iria para Tubarão via gasoduto.  
O alto-forno 3, inaugurado em 2007, já está pronto para receber o novo combustível. Os outros dois, mais antigos, precisam de adaptação. Um investimento rápido que custaria algo próximo a US$ 2,5 milhões.
O compromisso da ArcelorMittal é ser carbono neutro até 2050.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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