"O foco do novo negócio são as pessoas que hoje estão fora das instituições bancárias, o que chamamos de desbancarizados. É um dos caminhos para fazer o banco crescer e continuar forte. Vamos buscar o jovem e quem está fora do Espírito Santo", explica José Amarildo Casagrande, presidente do Banestes.
Uma das estratégias do
Banestes com a operação digital é trazer para a sua carteira clientes de fora do Estado. O banco está entrando forte na prestação de serviço para prefeituras e governos de fora do Espírito Santo, com a plataforma Pix da Arrecadação, que visa facilitar e agilizar o recebimento de tributos, taxas e demais contribuições.
O Bizi vai funcionar 100% via aplicativo. O objetivo é que todos os serviços - de abertura de conta até contratação de um seguro - sejam feitos sem tarifas e papel. Não haverá estrutura física (agências e postos de atendimento), o que diminuirá bastante o custo da operação. O novo negócio visa aproximar a instituição estadual de um movimento de digitalização que já tomou conta do mercado bancário e, claro, colocar o
Banestes em igualdade de condições com fintechs e demais concorrentes na disputa por mercado.