Ásia e Oriente Médio são dois dos mercados onde a indústria de rochas do país mais enxerga possibilidades de crescimento.
Hoje, cerca de 60% das exportações brasileiras têm os Estados Unidos como destino. A Xiamen Stone Fair é o local correto para fazer este trabalho. Em 2024, foram 150 mil visitantes e mais de 2 mil expositores envolvidos em toda a cadeia do setor. Realizada desde 2000, essa é a primeira vez que um país recebe o convite feito ao Brasil.
"Este reconhecimento celebra a sólida relação comercial entre Brasil e China e nos oferece uma oportunidade única de destacar a diversidade geológica incomparável e as práticas sustentáveis que definem o setor de rochas naturais brasileiro,” assinala o presidente do Centrorochas, Tales Machado.
No ano passado, o setor de rochas do Brasil exportou US$ 1,26 bilhão, 12,7% acima do consolidado de 2023. Cerca de 80% de todo este volume saiu de fábricas do Espírito Santo. A China comprou US$ 218,5 milhões, enquanto que os Estados Unidos levaram US$ 711,1 milhões.