A instituição ficará responsável por selecionar, por exemplo, projetos de energia renovável (eólica, solar e outras), eficiência energética, produção de biogás/biometano, produção de biomassa/biocombustíveis, tecnologias limpas de produção industrial, projetos de restauração florestal e implantação de práticas agrícolas sustentáveis. O Fundo Soberano do Estado fará um aporte de R$ 500 milhões, que é o dinheiro já garantido, mas a expectativa do governo Espírito Santo é atrair empresas e demais organizações. A ideia é chegar a R$ 1 bilhão de funding.
Selecionado, o BTG passará agora por uma análise gerencial e jurídica, a famosa due diligence. Dando tudo certo, o banco assumirá o Fundo de Descarbonização. A ideia é que a coisa esteja andando até o início de novembro, quando começa a COP 30, no Pará.