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Agronegócio

Café conilon terá contratos negociados pela Bolsa de Valores

O Espírito Santo é responsável por cerca de 70% da produção brasileira de conilon. A variedade está em 50 mil das 108 mil propriedades do Estado

Publicado em 15 de Setembro de 2023 às 16:05

Públicado em 

15 set 2023 às 16:05
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Colheita mecanizada em Jaguaré, o maior produtor de café conilon do país
Colheita mecanizada em Jaguaré, o maior produtor de café conilon do país Crédito: Jordano Sossai
Até o final do primeiro semestre de 2024, o café conilon deve passar a ter contratos futuros de derivativos negociados pela B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. Assim, passará a ser o sétimo produto de commodities da bolsa, ao lado de boi gordo, café arábica 4/5, etanol hidratado, milho, ouro e soja. É um passo importante na consolidação da mais importante atividade do agronegócio capixaba, presente em 50 mil das 108 mil propriedades do Espírito Santo. O Estado é responsável por 70% da produção nacional.
A B3 foi demandada pelo mercado para criar o produto. Conversas estão em andamento com indústria, corretores e cooperativas para fechar o contrato que será ofertado ao mercado. A negociação será simples como comprar ou vender uma ação. Além de proteger das oscilações, ter um produto listado em bolsa é uma referência, o que facilita, por exemplo, a formação de preços e a obtenção de financiamentos.
"Atualmente, apenas o café arábica faz operações na B3. As bolsas têm por objetivo reduzir a exposição do produto ao risco de variação dos preços e atrair novos participantes de mercado. Possuem importante papel de sinalização de preços em benefício da eficiência e do planejamento das atividades dos segmentos envolvidos no negócio. Com a entrada do conilon na B3, um novo canal se abre para reduzir as oscilações e as incertezas de mercado. Importante para reduzir o impacto no patrimônio maior que temos no campo, que são nossos cafeicultores e suas famílias", explicou Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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