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Economia

Com dívida ativa no pacote, Refis do ES terá faturamento turbinado

Em princípio, o objetivo era apenas reaver débitos de ICMS, mas os deputados estaduais, pressionados pelo setor produtivo, incluíram a dívida ativa no pacote

Publicado em 08 de Dezembro de 2025 às 03:00

Públicado em 

08 dez 2025 às 03:00
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Data: 27/12/2019 - ES - Vitória - Fachada da sede da Secretaria Estadual da Fazenda do Estado do Espírito Santo
Fachada da sede da Secretaria da Fazenda do Estado do Espírito Santo Crédito: Carlos Alberto Silva
A Assembleia Legislativa do Espírito Santo fez uma mudança relevante no projeto de Refis (Programa de Parcelamento Incentivado de Débitos Fiscais) encaminhado pelo governo estadual à Casa. Em princípio, o objetivo era apenas reaver débitos de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), mas os deputados estaduais, pressionados pelo setor produtivo, incluíram a dívida ativa no pacote.
No Estado, são cerca de R$ 32 bilhões inscritos em dívida ativa. Apesar do tamanho, as possibilidades reais de ganhos são bem baixas. A estimativa da Secretaria de Estado da Fazenda é de que 97% de todo esse volume é de difícil recuperação. Portanto, estamos falando de menos de R$ 1 bi com possibilidade reais de retorno aos cofres públicos. O suficiente para as estimativas de faturamento da Sefaz com o programa saltarem 50%: de R$ 100 milhões para R$ 150 milhões.
Até sexta-feira (05), pouco mais de R$ 13 milhões já tinham sido recuperados. Iniciado em 1º de dezembro, o Refis acaba em 31 de março. Os débitos poderão ser pagos em até 180 parcelas mensais e sucessivas e com redução de até 100% das multas. As situações serão analisadas caso a caso. Os valores mínimos das parcelas serão de 50 VRTEs para débito fiscal de até 2 mil VRTEs ou devido por estabelecimento optante pelo Simples Nacional e de 200 VRTEs nas demais hipóteses. Um VRTE vale R$ 4,7175.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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