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Negócio

Com mercado de café crescendo, Tristão investe pesado em armazenagem

Hoje, a capacidade de armazenagem do grupo é de 700 mil sacas. Com os investimentos que serão feitos até 2025, a capacidade vai superar 1 milhão

Publicado em 11 de Novembro de 2022 às 03:59

Públicado em 

11 nov 2022 às 03:59
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Novos silos construídos pelo Grupo Tristão, em Viana
Novos silos construídos pelo Grupo Tristão, em Viana Crédito: Abdo Filho
Aos 87 anos, o Grupo Tristão, um dos mais relevantes beneficiadores e negociadores de café do mundo, está confiante no mercado e se prepara para mais uma onda de crescimento. Até 2025 serão investidos algo perto de R$ 60 milhões só na ampliação da capacidade de armazenagem do grupo.
Um galpão exclusivo para a indústria de café solúvel, em Viana, já começa a sair do papel nos próximos meses. O solúvel produzido pela Realcafé abastece o mundo todo e está crescendo muito na Ásia. A demanda está dada. A Tristão Trading, por sua vez, fará dois novos armazéns até 2025 só para café verde: um em Viana e outro em Varginha, no Sul de Minas Gerais. Importante frisar que, agora em novembro, começaram a funcionar os três silos com capacidade para guardar 60 mil sacas de café verde. Um investimento de R$ 60 milhões.
"O mercado de café vem crescendo e quem tem mais capacidade de armazenagem tem mais possibilidades de fazer bons negócios, de competir. Estamos enxergando um bom momento tanto para o conilon como para o arábica", explicou Tatiana Tristão, diretora do grupo.  
É um movimento que foi feito pela última vez, com essa intensidade, nos anos 1990. Hoje, a capacidade de armazenagem do grupo é de 700 mil sacas. Com os investimentos que serão feitos até 2025, a capacidade vai superar 1 milhão de sacas. Praticamente todos os espaços são próprios. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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