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Economia

Diesel mais caro: o impacto do "não" das grandes distribuidoras no ES

As maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil - Vibra, Ipiranga e Raízen - decidiram não entrar no programa de subvenção  em cima do preço do diesel criado pelo governo federal

Publicado em 04 de Abril de 2026 às 03:00

Públicado em 

04 abr 2026 às 03:00
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

BR 101 no Sul do Espírito Santo; com visão do Monumento Natural o Frade e a Freira
Caminhão trafega pela BR 101 Sul, perto do Frade e a Freira Crédito: Wilson Rodrigues
As maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil - Vibra, Ipiranga e Raízen - decidiram não entrar no programa de subvenção (transferência de recurso público para uma determinada política econômica de interesse da sociedade) em cima do preço do diesel criado pelo governo federal na tentativa de amortecer os impactos do aumento do preço dos combustíveis causados pela guerra no Oriente Médio. O resultado disso será uma redução significativa dos efeitos da medida. No Espírito Santo, as três responderam, em fevereiro, por 76,8% do diesel comercializado.
O Brasil produz cerca de 70% do diesel consumido no país. Os outros 30% precisam ser importados (a subvenção do governo foca no produto estrangeiro). Tudo isso, principalmente o importado, está atrelado aos preço internacionais, em disparada desde que a guerra começou, no final de fevereiro. O barril de petróleo, que vinha na casa dos US$ 65, está acima dos US$ 100 há algum tempo. O efeito inflacionário é enorme, afinal, os meios de transporte dependem muito do óleo diesel.
O governo tenta alguma alternativa, inclusive com a ampliação das subvenções, mas, como está demonstrado, não vai ser nada simples.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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