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Imbróglio

ES não vai à Justiça por ICMS e vai cortar mais de R$ 1 bi do Orçamento

Governador Renato Casagrande definiu que não irá brigar no Supremo Tribunal Federal por conta das regras do ICMS que foram alteradas pelo Congresso Nacional

Publicado em 24 de Agosto de 2022 às 15:32

Públicado em 

24 ago 2022 às 15:32
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Postos de gasolina
Frentista abastece carro em posto de gasolina de Vitória Crédito: Carlos Alberto Silva
O governador Renato Casagrande decidiu que não irá ao Supremo Tribunal Federal questionar o teto de alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para combustíveis e energia elétrica instituído este ano pelo Congresso Nacional. O mandatário já disse aos técnicos que estão elaborando o Orçamento estadual de 2023 que terão de cortar R$ 1,6 bilhão - estimativa das perdas que serão causadas pelo teto do ICMS nas contas estaduais no ano que vem. Custeio da máquina e investimentos serão os principais alvos da tesourada.
Em vigor desde o final de junho, o teto provocará, em 2022, um encolhimento da arrecadação de R$ 1,14 bi para Estado (75%) e municípios (25%). Para tapar o buraco serão utilizados recursos economizados em anos anteriores. Para 2023, ainda havia a dúvida do que seria feito. Alguns Estados foram ao STF pedir a suspensão imediata da lei e outros o abatimento de parcelas do pagamento da dívida com a União. Um grupo foi criado pelo Supremo para discutir a situação.
Este é mais um capítulo da guerra entre governadores e governo Bolsonaro. O presidente sempre defendeu o corte no ICMS para reduzir o valor dos combustíveis. Os governadores dizem que o imposto não é o culpado pela disparada dos preços e que sua redução causa forte impacto nas contas regionais. Por sua vez, o Planalto aponta um aumento constante de arrecadação nos últimos meses. Os Estados contra-argumentam afirmando que se trata de algo temporário, causado principalmente pela inflação em alta.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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