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Economia

Estados discutem aumento de ICMS para compras no exterior. Veja a posição do ES

O debate não é novo, mas ganhou força depois de o Congresso Nacional aprovar o Imposto de Importação, federal, de 20% para encomendas abaixo de US$ 50

Publicado em 17 de Junho de 2024 às 03:50

Públicado em 

17 jun 2024 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Plataforma de comércio eletrônico da Shein
Plataforma de comércio eletrônico da Shein Crédito: Shein/Divulgação
O Comitê Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz) está analisando a possibilidade de um aumento unificado da alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as compras feitas em sites fora do Brasil. Hoje, está em 17%. O debate não é novo, mas ganhou força depois de o Congresso Nacional aprovar o Imposto de Importação, federal, de 20% para encomendas abaixo de US$ 50. Antes elas eram isentas. O ICMS, que é estadual, já é cobrado nessas transações de menor preço.
O Comsefaz fará um estudo para calcular a carga efetiva de ICMS sobre as operações feitas dentro do Brasil e comparar com as importações. É um trabalho complexo porque precisa levar em consideração os regimes simplificados e também os benefícios fiscais. Além disso, uma consulta jurídica será feita para saber se a alíquota para as compras internacionais pode ser maior que a modal, que é de 17%.
Benício Costa, secretário de Estado da Fazenda e representante do Espírito Santo no Comsefaz tem posição sobre o tema. "Aumento de carga tributária, nunca é bom. Levando em consideração que já houve aumento do Imposto de Importação pelo Congresso e que já há tributação do ICMS em 17%, que é nossa alíquota modal, não vejo motivo para aumentarmos ainda mais a alíquota do ICMS. Vale lembrar que o imposto que tem característica extrafiscal é o Imposto de Importação, portanto, ele é que deve ser usado para controlar as importações do país. Entretanto, vamos prezar pela isonomia entre as cargas tributárias, por isso faremos o estudo".
A expectativa é de que o resultado das análises do Comitê Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda saiam nas próximas semanas.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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