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Agronegócio

Gargalo no agro: sobram laticínios e falta leite no Espírito Santo

Há um déficit aproximado de mais de 1 milhão de litros por dia. Secretaria de Estado da Agricultura vai montar um plano de trabalho para ampliar produção no campo

Publicado em 10 de Fevereiro de 2023 às 03:50

Públicado em 

10 fev 2023 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Selita
Nova fábrica da Selita, inaugurada em 2022, no Sul do Espírito Santo Crédito: Selita/Divulgação
A capacidade instalada dos laticínios do Espírito Santo é de 1,975 milhão de litros de leite processados por dia. Hoje, a produção da pecuária leiteira capixaba, pelas estimativas da Secretaria de Estado da Agricultura (as contas estão sendo refeitas), está em 1,1 milhão de litros por dia. Chegam de fato aos grandes laticínios algo perto de 800 mil litros, ou seja, há um déficit aproximado de mais de 1 milhão de litros por dia.
A diferença, que só tem feito crescer nos últimos anos (a produção diária do Estado já foi de 1,4 milhão de litros), tira competitividade do Espírito Santo, afinal, fica mais caro para o laticínio ter de trazer a matéria-prima de outros Estados. O custo de transporte pesa muito. O risco que está colocado é de êxodo de investimentos para o Nordeste, onde a produção de leite cresce. Em Sergipe, por exemplo, a produção diária já supera a casa de 1,2 milhão de litros.
Diante deste cenário, até abril a Secretaria de Agricultura quer colocar de pé um plano de apoio à pecuária leiteira do Espírito Santo. A intenção é ampliar a produtividade e, consequentemente, a produção. "Os estudos ainda estão em andamento, mas queremos ampliar crédito, melhorar o manejo e usar mais a tecnologia. Dá para fazer e não é demorado", afirma o secretário de Agricultura, Enio Bergoli. A meta dele é levar a produção estadual de leite a 2 milhões de litros por dia até, no máximo, 2027.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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