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Comércio exterior

Governo quer porto seco no Norte do Espírito Santo

Os fundamentos que serão apresentados à Receita Federal estão terminando de ser estruturados e devem ser apresentados em outubro

Publicado em 19 de Setembro de 2024 às 03:50

Públicado em 

19 set 2024 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Carros importados estacionados no Terca, em Cariacica
Carros importados estacionados no Terca, em Cariacica Crédito: Divulgação/TercaZilli
O governo do Espírito Santo levará, provavelmente em outubro, um pedido para a instalação de mais um porto seco no Estado. A ideia é que fique na região do parque logístico capixaba (Parklog), que engloba os municípios de Aracruz, Serra, Colatina, Linhares e João Neiva. Os fundamentos que serão apresentados à Receita Federal estão terminando de ser estruturados. O porto seco é um recinto alfandegado, portanto, pode movimentar e nacionalizar produtos importados mesmo não estando dentro da zona primária do porto. O objetivo é justamente retirar cargas de dentro dos terminais e dar mais eficiência ao movimento como um todo.
"Temos duas estruturas alfandegadas em Cariacica (Terca e GDL), que são fundamentais para o complexo portuário de Vitória, mas, com a expansão dos portos para o Norte, vamos precisar de uma estrutura também naquela região para ajudar na nacionalização. Vamos mostrar para a Receita Federal que a atividade portuária do Espírito Santo vem se expandindo e vai crescer ainda mais com os investimentos que estão em curso. Hoje os nossos portos secos já estão perto do limite, basta lembrar que a Receita Federal precisou autorizar de maneira extraordinária, no começo do ano, a expansão provisória de recintos alfandegados", assinalou o secretário de Desenvolvimento e vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço.
Feita a solicitação, a Receita Federal faz um estudo para saber se o pedido faz ou não sentido. Fazendo, um edital é publicado para que empresas privadas interessadas na operação apresentem as suas propostas. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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