"O Espírito Santo nos oferece um bom ecossistema. Aqui temos um importante fornecedor de MDF, que é a Placas do Brasil, estamos perto do mercado consumidor e existe uma boa base logística para exportarmos nossa produção. A ideia é mandarmos parte da produção de móveis para Estados Unidos e México a partir dos portos do Espírito Santo", explicou Evandro Boscardim, CEO do Grupo Bertolini.
Os gaúchos estão negociando com o governo capixaba que tipo de incentivo fiscal pode ser dado à fábrica de móveis. "O Invest (incentivo fiscal) é muito atrativo, se sair, vai ser importante na nossa estrutura de viabilidade. Estamos no Espírito Santo há dez anos, passou a ser um Estado essencial para nós, cerca de 70% do faturamento vem da estrutura capixaba".
Nos últimos dez anos, a Bertolini investiu R$ 160 milhões no Estado e, hoje, possui unidades da Bertolini Sistemas de Armazenagem, da Bertolini Móveis (de aço) e da Logber (empresa de logística) no Espírito Santo. Até 2032, serão aportados R$ 127 milhões, caso o investimento na unidade de seriados seja aprovado, serão R$ 177 milhões.