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Capital

Grupo de investidores do ES quer colocar até R$ 15 milhões em startups

O chamado venture capital (capital de risco), é uma modalidade que vem ganhando muita tração nos últimos anos. De olho no potencial de expansão das startups e dos resultados futuros os investidores topam o risco

Publicado em 05 de Agosto de 2025 às 03:00

Públicado em 

05 ago 2025 às 03:00
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Hub - tecnologia - internet
Crédito: Carlos Alberto
A Stars Aceleradora, empresa que reúne investidores anjos para fazer aportes em startups, está colocando de pé mais uma rodada de aportes com investidores do Espírito Santo. A ideia é reunir algo perto de 200 interessados até o final do ano e colocar entre R$ 10 e R$ 15 milhões, ao longo dos próximos três anos, em empresas que ainda serão selecionadas.
"Os investidores são aqui do Estado, mas estamos analisando empresas de todo o Brasil e em todos os setores da economia. As premissas básicas são: que seja uma startup ainda no começo da jornada, que ainda não tenha recebido qualquer outra investida e que fature algo entre R$ 20 mil e R$ 50 mil por mês. Somos investidores, mas também somos uma aceleradora, com o objetivo de dar um suporte estratégico para esses negócios que são inovadores, que tem futuro, mas estão enfrentando os muitos desafios do começo de uma jornada", explicou André Taveira, diretor da Stars.
O chamado venture capital (capital de risco), é uma modalidade que vem ganhando muita tração nos últimos anos. De olho no potencial de expansão das startups e dos resultados futuros, claro, o investidor topa assumir um risco que vai além do tradicional (ainda mais em se tratando de Brasil, onde a renda fixa impera). Como são empresas de menor porte e desconhecidas, a formação de fundos e clubes tem se multiplicado. "A nossa primeira investida reuniu pouco mais de 100 pessoas e foram aportados R$ 5 milhões. Agora, queremos algo maior. A ideia é selecionar entre cinco e sete empresas", detalhou Taveira.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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