Vários estudos apontam que o Brasil tem um potencial enorme de geração de energia limpa. O Espírito Santo se destaca neste cenário. Muitos investidores de fora, principalmente os europeus, estão de olho. Como a Shell, que possui forte presença no Estado, se encaixa neste contexto de transformação energética?
Queremos saber quais são as áreas com o maior potencial de produção de eólica offshore. Estamos obtendo dados, colocando o Brasil no mapa global de investimentos desse tipo do Grupo Shell.
O Atlas Eólico produzido aqui no Estado é um documento que ajuda nessa tomada de decisão?
O fato de a Shell já operar no Parque das Conchas, no mar capixaba, facilita alguma coisa?
A Shell é um grande conglomerado europeu, continente que está puxando a fila dessa transformação energética. O que isso pode significar para o Brasil?
É possível fabricar hidrogênio com energia produzida por termelétricas a carvão, ou seja, não trará benefícios ambientais. O hidrogênio serve como insumo energético para a substituição de outros combustíveis mais intensivos em carbono, muito usados no processo industrial.
O hidrogênio também pode ser usado na produção de amônia, para a fabricação de fertilizantes, e o Brasil é um grande consumidor de fertilizantes. É uma rota de produção de fertilizantes que não existia. O potencial é grande.
Uma nova e grande fronteira começa a se abrir...
Eles estão procurando alternativas que dêem independência energética e com sustentabilidade. O Brasil tem todo o potencial para ser um grande exportador de hidrogênio.