Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Negociação

Imóveis: debate sobre taxa de cartório está no TJES, mas sem data para definição

Não vai ser rápida a definição sobre como ficará a atualização das taxas cobradas pelos cartórios do Espírito Santo na hora de registrar um imóvel. Tabela é de 2001

Publicado em 30 de Maio de 2024 às 03:50

Públicado em 

30 mai 2024 às 03:50
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

12/12/2019 - Vitória - ES - Mercado imobiliário - Vista aérea de prédios de Vitória - Enseada do Suá
Vista aérea de prédios de Vitória, na Enseada do Suá Crédito: Luciney Araújo/Arquivo
Como esperado, não vai ser rápida a definição sobre como ficará a atualização das taxas cobradas pelos cartórios do Espírito Santo na hora de registrar um imóvel. Sobra pressão para todos os lados. O presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Samuel Meira Brasil, fez o caso chegar ao plenário da Casa, o que nunca tinha acontecido, ou seja, um avanço, mas, desde o final de abril (25), quando o tema foi posto em pauta, não andou. Foram cinco sessões do pleno desde então. Não há previsão de quando andará oficialmente, mas os movimentos nos bastidores têm sido intensos.
Desde 2001 que a tabela está sem atualização, com isso, quem compra um apartamento de mais de R$ 201 mil (preço de um apartamento de padrão alto na época) paga o valor máximo de emolumentos cobrados pelos cartórios. Importante frisar que os emolumentos (cobrança pelos serviços cartoriais) vêm sendo reajustados, o que parou no tempo foi o valor dos imóveis, criado justamente para impor aos mais ricos um preço maior a ser pago pelo registro do imóvel. Sem a correção, o contingente de compradores que pagam o teto só faz crescer.
Acionado, em 2022, por Ademi (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário) e Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acompanha de perto o desenrolar da questão.
Além dos cartórios, os emolumentos cobrados vão: 10% para o Fundo Especial do Poder Judiciário; 5% para o Fundo Especial do Ministério Público; 5% para o Fundo de Aparelhamento da Defensoria Pública e 5% para o Fundo de Modernização da Procuradoria Geral do Estado.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Maranhão e Carlinhos, do Vitória-ES
Recém-chegados brilham no fim, e Vitória-ES vence o Porto Vitória na estreia da Copa Espírito Santo
Imagem de destaque
O julgamento coletivo em El Salvador que reúne centenas de acusados de integrar a gangue MS-13
Deputado federal Sóstenes Cavalcante
PL deve apoiar PEC 6x1, mas quer novo regime de contratação e compensação

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados