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Comércio exterior

Importação de aviões: expansão da capacidade em Vitória depende de um ok

A Alfândega de Vitória afirmou ser possível nacionalizar até 10 aeronaves ao mesmo tempo. Hoje, a capacidade é para três o que muitas vezes dá fila

Publicado em 27 de Setembro de 2022 às 17:29

Públicado em 

27 set 2022 às 17:29
Abdo Filho

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Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Aeronave utilizada é um Legacy 500 – denominado, na Força Aérea Brasileira (FAB) como IU-50
Aeronave executiva: compra de aviões cresce no Brasil Crédito: Reprodução/Força Aérea Brasileira
O Espírito Santo é a maior porta de entrada para aeronaves executivas do Brasil. Até o final do ano, cerca de R$ 5 bilhões em equipamentos deverão passar pelo Estado. Diante de um fluxo que vem crescendo forte nos últimos anos e deve manter o ritmo - o setor aposta numa expansão de 30% ao ano - o empresariado já fez chegar ao à Receita Federal o desejo de ampliar a capacidade da Alfândega de receber aeronaves no Aeroporto de Vitória.
A Alfândega de Vitória afirmou ser possível nacionalizar até 10 aeronaves ao mesmo tempo. Hoje, são três slots (prazo dado pela autoridade entre o pouso e a decolagem) disponíveis para a nacionalização. A mudança poderia se dar ainda em 2022. A Zurich Airport do Brasil, administradora do terminal, também já sinalizou positivamente. Falta apenas o ok da superintendência da 7ª Região Fiscal, responsável pelas operações da Receita Federal no Rio e Espírito Santo para que a coisa ande.
Algo perto de 80% das aeronaves destinadas a voos privados importadas pelo Brasil entram pelo Espírito Santo. Números levantados pelo Sindiex (Sindicato do Comércio de Exportação e Importação) mostram que, até agosto, foram faturados US$ 536,2 milhões por aqui (R$ 2,73 bi). A expectativa é superar os R$ 5 bi até o final do ano. Os preços das aeronaves importadas pelo Espírito Santo partem de US$ 800 mil e chegam a US$ 80 milhões. Apesar disso, alguns modelos, se encomendados hoje, só chegarão em 2025. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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