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Economia

Indústria de árvores: setor florestal vai investir mais de R$ 3 bi no ES

O setor de base florestal, que vem crescendo forte, responde por 7,8% das riquezas do Espírito Santo e alcança 26,3% do PIB do agronegócio capixaba

Publicado em 09 de Novembro de 2022 às 17:24

Públicado em 

09 nov 2022 às 17:24
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Ocupação em áreas de eucalipto da Suzano em municípios do norte capixaba
Áreas de eucalipto da Suzano em municípios do Norte capixaba Crédito: Vitor Jubini
O Espírito Santo possui 280.026 hectares de floresta plantada. Isso dá 6,07% de todo o território capixaba. Quase que a totalidade, 264,3 mil hectares, é de eucalipto, base para a produção de celulose. Trata-se de um setor que vem investindo muito em tecnologia e ganhando produtividade. Nos últimos anos, a chamada indústria de árvores aportou R$ 4,46 bilhões aqui no Estado. Outros R$ 3,42 bilhões serão investidos nos próximos anos. Os dados são do Cedagro (Centro de Desenvolvimento do Agronegócio).
O setor de base florestal responde por 7,8% do PIB do Espírito Santo e alcança 26,3% do PIB do agronegócio capixaba. Há espaço para crescimento. Pelas contas do Cedagro, a produção capixaba de eucalipto e pinus (1.823 hectares) é insuficiente para suprir a demanda local dos mais diversos consumidores. Com os atuais índices de produtividade, seriam necessários 425.602 hectares de floresta plantada no Estado - 417,6 mil hectares de eucalipto e 7,9 mil de pinus. Ou seja, a demanda local está 50% acima da oferta. Há muito espaço para crescer e o setor está elaborando um plano para isso.    
A indústria de celulose consome 63% da produção capixaba de árvores. Siderurgia (11%), geração de calor (10%), produção de MDF (7%), embalagem (5%) e infraestrutura (4%) aparecem na sequência. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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