A indústria de base do Espírito Santo, uma das mais fortes do Brasil, está animada com as perspectivas abertas por um de seus clientes: a indústria da celulose. Pelas contas da Ibá (Indústria Brasileira de Celulose), entidade que representa o segmento, serão aportados R$ 105 bilhões, até 2028, em novas fábricas, ampliação de plantas já existentes e em obras de infraestrutura logística. Especializadas em obras industriais, fabricação e montagem de peças e manutenção de grandes estruturas, os capixabas estão animados com as boas perspectivas que se apresentam para os próximos anos.
Os maiores projetos previstos pela indústria de celulose são: Arauco, R$ 25 bi; CMPC, no Rio Grande do Sul, R$ 25 bi; Bracell, em São Paulo, R$ 5 bi; e Klabin, também em São Paulo, R$ 1,6 bi. A Eldorado também tem planos para dobrar a sua linha de produção, no Mato Grosso do Sul, com um investimento que ficaria na casa dos R$ 25 bilhões.