“A intenção é passar a fazer, além da carroceria, que é o nosso produto histórico, também o chassi no caso dos veículos elétricos. É uma mudança de conceito, afinal, faremos o ativo de maneira integral. Nós já produzimos veículos elétricos, mas no modelo de carroceria nossa nos chassis de fornecedores, agora estudamos a mudança” assinalou Bellini.
A Marcopolo está estudando o mercado antes de tomar a decisão. Não se trata de algo simples, afinal, o veículo elétrico ainda é muito mais caro que o tradicional. Mas o mercado está mudando rapidamente, assim como os modelos de aquisição. Além de financiamentos cada vez mais generosos do BNDES, que visa reduzir a poluição, as companhias elétricas, que serão beneficiadas pelo abastecimento da nova frota, estudam comprar modelos elétricos em parceria com empresas e entes públicos. É um novo modelo de negócio nascendo.
Os debates estão avançando e a decisão sobre São Mateus será tomada em breve, ainda em 2023. "Não significa que iniciaremos as obras agora em 2023, mas a decisão certamente sairá este ano".