Governo e entidades empresariais do Estado estão construindo um documento único que reunirá várias solicitações além da variante da Serra do Tigre. Entre elas está a ampliação da capacidade do terminal de Pirapora (Noroeste de Minas Gerais) e das conexões da estrutura com as regiões produtoras de soja do Norte e Centro-Oeste de Minas Gerais, que vêm crescendo forte e naturalmente (por causa da localização e da infraestrutura já instalada)
deve escoar a sua produção pelos portos do Espírito Santo.
Também está no pacote a sugestão de melhorias na passagem pela Grande Belo Horizonte, onde a FCA se conecta à Ferrovia Vitória-Minas. A mancha urbana cresceu muito nas últimas décadas e acabou sufocando a estrutura ferroviária, tirando eficiência da operação. Por fim, será pedido um aumento de capacidade do ramal João Neiva/Barra do Riacho, que liga a Vitória-Minas aos terminais portuários de Aracruz. Hoje, a via é praticamente de mão e contramão, a ideia é de que pátios sejam construídos para que mais composições operem ao mesmo tempo, ampliando muito a capacidade do trecho.
Diferente da Serra do Tigre, que demanda investimentos que podem chegar aos R$ 10 bilhões, as demais sugestões dependem de aportes bem menores.