"Somos uma startup de mobilidade que trabalha em duas frentes fundamentais: experiência do cliente e altos índices de eficiência. Iniciaremos os trabalhos prestando serviços para os grupos fundadores, mas o objetivo é levar os nossos serviços para todo o Brasil. Iniciaremos muito em breve um trabalho de conversar com empresas de todo o país, confiamos muito no produto e na qualidade da entrega. O sonho é mudar o padrão do mercado de transporte de passageiros", explicou Cláudio Souza, CEO da BusCo, executivo que veio de empresas como PicPay e que tem larga experiência com tecnologia.
O objetivo do CEO é chegar a um faturamento de R$ 100 milhões nos primeiros 12 meses de operação. Depois disso, o objetivo é crescer com velocidade de startup. "Temos capacidade tecnológica para dobrar de tamanho nos primeiros anos, vejo um crescimento acima do dois dígitos por um bom tempo, com regularidade e rentabilidade, sem negligenciar segurança e qualidade. Em termos de vontade e tecnologia, somos o que era o PicPay em 2012, mas sem a necessidade de correr atrás de investidores ou de venda. Nossos sócios são muito fortes e estão de olho no longo prazo. Creio que fecharemos o primeiro ano já com algum lucro".
O investimento inicial feito por Águia Branca e JCA na plataforma foi de R$ 50 milhões. A maior parte foi na montagem da base tecnológica. Além de aguentar a expansão de algo que visa crescer rapidamente, o objetivo é entregar boas soluções de passagem ao cliente e verticalizar o processo. "Estamos falando de mobilidade como um todo, não apenas da ida de um ponto ao outro. Para onde que aquele cliente irá depois que saltar do ônibus? Como ele irá? Será que não podemos fazer uma parceria com o transporte por aplicativo? Isso pode virar um clube de benefícios? Tudo isso faz parte do negócio que estamos propondo. Vamos atrair mais parceiros, inclusive outras viações, e vamos agregar valor e produtos à plataforma. Tudo com muita eficiência e a preços bastante competitivos", assinalou Cláudio Souza.