O fundo financiará, por exemplo, projetos de energia renovável (eólica, solar e outras), eficiência energética, produção de biogás/biometano, produção de biomassa/biocombustíveis, tecnologias limpas de produção industrial, projetos de restauração florestal e implantação de práticas agrícolas sustentáveis. A expectativa é de que a gestora esteja definida até 1º de agosto, quando será convocada para as diligências.
A casa a ser escolhida tomará conta de um fundo que pode chegar a ter mais de R$ 1 bi para aportar em projetos. Só o Fundo Soberano do Estado do Espírito Santo já se comprometeu a colocar R$ 500 milhões. O governo capixaba, que está à frente do processo, espera atrair capital de instituições como Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, instituições filantrópicas e de empresas de grande porte interessadas em fazer parcerias com projetos de descarbonização (a Vale, por exemplo). Há muitas conversas em andamento, mas a aposta é de que os apertos de mão só se darão depois da definição da gestora.