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Economia

Gigantes na disputa por gestão de fundo milionário do ES

Fundo de Descarbonização do Espírito Santo pode ter até R$ 1 bilhão para aportar em projetos de transição energética e energia renovável

Publicado em 21 de Julho de 2025 às 18:17

Públicado em 

21 jul 2025 às 18:17
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Transição energética, energia renovável, energia eólica, descarbonização, energia solar
Transição energética, energia renovável, energia eólica, descarbonização, energia solar Crédito: Mint Images
Foram publicados, no final da tarde desta segunda-feira (21), os nomes das três gestoras selecionadas para a etapa final de escolha da companhia que será responsável pelo Fundo de Descarbonização do Espírito Santo. O negócio está entre BTG Pactual Asset Management, Régia Capital e Vinci Gestora de Recursos. As três apresentarão presencialmente as suas propostas, na próxima segunda-feira (28), na sede do Bandes, no Centro de Vitória. 
O fundo financiará, por exemplo, projetos de energia renovável (eólica, solar e outras), eficiência energética, produção de biogás/biometano, produção de biomassa/biocombustíveis, tecnologias limpas de produção industrial, projetos de restauração florestal e implantação de práticas agrícolas sustentáveis. A expectativa é de que a gestora esteja definida até 1º de agosto, quando será convocada para as diligências.
A casa a ser escolhida tomará conta de um fundo que pode chegar a ter mais de R$ 1 bi para aportar em projetos. Só o Fundo Soberano do Estado do Espírito Santo já se comprometeu a colocar R$ 500 milhões. O governo capixaba, que está à frente do processo, espera atrair capital de instituições como Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, instituições filantrópicas e de empresas de grande porte interessadas em fazer parcerias com projetos de descarbonização (a Vale, por exemplo). Há muitas conversas em andamento, mas a aposta é de que os apertos de mão só se darão depois da definição da gestora.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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