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Economia

Os setores da indústria do ES que mais vão demandar profissionais até 2027

Mais de 14 milhões de profissionais precisarão de treinamento, no Brasil, até 2027: 2,2 milhões de formação inicial e 11,8 milhões de treinamento e desenvolvimento

Publicado em 07 de Fevereiro de 2026 às 03:00

Públicado em 

07 fev 2026 às 03:00
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

afilho@redegazeta.com.br

Operários instalam blocos de PVS na estrada que liga a vila de Cachoeira Alta à rampa de voo livre, em Alfredo Chaves
Operários instalam blocos na estrada que liga a vila de Cachoeira Alta à rampa de voo livre, em Alfredo Chaves Crédito: Dirceu Cetto
O Mapa do Trabalho Industrial, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), confirma os enormes desafios que temos pela frente. Mais de 14 milhões de profissionais precisarão de treinamento, no Brasil, até 2027: 2,2 milhões de formação inicial e 11,8 milhões de treinamento e desenvolvimento. No Espírito Santo, a demanda é por 279,8 mil profissionais. E olha que estamos falando apenas da indústria.
E que segmentos mais vão demandar qualificação no Estado nos próximos dois anos? Cinco respondem por 64% da demanda: logística e transporte puxam a fila, com 77,9 mil. Construção (34,3 mil), manutenção e reparação (25,3 mil), operação industrial (21,8 mil) e metalmecânica (20,3 mil) aparecem na sequência.
Vale também observar outros números levantados pelo Mapa. Sete em cada dez empresas consideram o pensamento analítico como principal habilidade para os trabalhadores, seguido por resiliência, flexibilidade e agilidade. Ferramentas como Inteligência Artificial e big data devem ser as com crescimento mais rápido. Por outro lado, as habilidades tradicionais (destreza manual, resistência, precisão, leitura, escrita e matemática) entrarão em declínio. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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